MockzillaMockzilla

Backends self-hosted, dentro da sua própria rede

A API do próprio provedor, com o comportamento real dela, rodando na sua rede sobre o banco de dados que você já usa. Uma imagem Docker para cada laptop, runner de CI e cluster, sem saída para fora se você não quiser nenhuma.

Sua redeLaptopsCIClusterSeu banco de dadosBackend

Para quem é

Redes que não podem sair

Redes que não podem sair

As redes de teste de bancos, seguradoras, hospitais e do setor público muitas vezes não têm saída para a internet. De lá, o sandbox de um provedor não é alcançável. Isto roda dentro.

Um backend em cada máquina

Um backend em cada máquina

Uma licença cobre todos os times. Rode em cada laptop, runner de CI e cluster, sem limite de instalações nem de requisições.

Uma revisão de segurança que proíbe chamadas externas

Uma revisão de segurança que proíbe chamadas externas

Só precisa de dados de teste, nunca de dados reais de clientes, e nada precisa sair da sua rede.

O motor é grátis. O que você compra são os provedores.

MIT

Grátis e de código aberto

O motor do Mockzilla tem licença MIT e já roda sem conexão hoje, sem custo. É um servidor mock: dê a ele uma descrição OpenAPI e cada caminho responde. Ele não sabe nada de nenhum provedor.

Mockzilla

O que um backend self-hosted acrescenta

O comportamento dos provedores: status de pagamento, recusas, 3D Secure, idempotência, verificações de documento e de listas de restrição, e os cenários por cima. E alguém que mantém tudo isso atualizado.

Um fake que o seu time escreveu estava certo no dia em que foi escrito. Os provedores continuam mudando as APIs deles, e de dentro de uma rede fechada ninguém vê. A gente acompanha cada mudança e publica como uma imagem nova.

Como roda

De um registro próprio

Baixe de um endereço de registro próprio, como a imagem de qualquer outro fornecedor. Artifactory, Nexus e Harbor espelham a imagem, e o Kubernetes baixa com um secret.

Sem rede nenhuma

Um local sem saída nenhuma recebe a imagem como arquivo e carrega do outro lado.

A licença

No anual, ela vai dentro da imagem e a imagem nunca chama a gente. No mensal, a imagem busca a licença em um endereço e confere de novo a cada hora.

Qualquer máquina

Linux em x86 e ARM, então roda num runner de CI, num nó de cluster ou num laptop com Apple silicon. Docker, Compose ou Kubernetes.

Guarda os dados no banco de dados que você já usa

Num laptop ou no CI roda em memória, sem nada para configurar. Para um backend que vários times compartilham, aponte para o seu banco de dados. Ele cria as tabelas na primeira inicialização, ou imprime o SQL para o seu DBA aplicar.

  • Memória, o padrão
  • PostgreSQL
  • MySQL
  • MariaDB
  • SQL Server
  • Oracle
  • MongoDB
  • CockroachDB
  • DynamoDB
  • Redis
  • SQLite

Transparente sobre o que tem dentro

  • O motor é de código aberto, então o seu time pode ler o código.
  • A gente procura vulnerabilidades conhecidas toda noite, não só na hora de publicar.
  • Uma versão com uma vulnerabilidade conhecida fica retida até ser corrigida ou explicada por escrito.
  • Cada imagem traz a lista de componentes (SBOM) e os relatórios de vulnerabilidade.
  • Só precisa de dados de teste, nunca de dados reais de clientes.

Preço por provedor

Sem limite de instalações nem de requisições. Uma licença cobre todos os times.

Mensal

US$ 125por mês por provedor

Pago no cartão. A imagem busca a licença com a gente, então precisa de saída para fora.

Anual

US$ 1.250por ano por provedor

Pago por fatura, com dois meses grátis. A licença vai dentro da imagem, então não precisa de rede.

Testar grátisPreços por provedor →

Primeiro 14 dias grátis, com todos os provedores, nas suas próprias máquinas. Um teste por empresa.

Perguntas

Ele se comunica com vocês?
Pago por ano, nunca. Pago por mês, busca a licença em um endereço nosso e confere a cada hora. Nada mais sai da sua rede.
O que acontece quando a licença vence?
Ele para de atender os provedores até ter uma licença válida de novo.
Dá para rodar o motor sem pagar?
Dá. O motor tem licença MIT. Você ganha um servidor mock que responde a partir dos seus arquivos OpenAPI, sem o comportamento dos provedores.
Cada time pode ter os próprios cenários?
Pode. Todos os times rodam a mesma imagem e cada um monta os próprios arquivos de cenário no contêiner. Eles substituem os cenários que vêm no build, sem um build novo.

Precisa de um provedor que a gente não tem?

A gente também constrói backends para um único cliente: um provedor que não listamos, ou a sua própria API interna, entregue como o mesmo tipo de imagem.

Conte o que você precisa

Traga um spec. Leve um servidor mock.

Começar não custa nada. Infraestrutura dedicada quando precisar.