O que é o Mockzilla?
O Mockzilla é um servidor mock de código aberto para qualquer API que tenha um spec OpenAPI. A gente constrói e mantém ele; o código está no GitHub, com licença MIT. mockzilla.org é a versão na nuvem: ajuda os times a montar servidores mock, fazer deploy deles e compartilhar tudo em uma URL estável.
Por que a gente faz isso
Seus testes valem o tanto que vale aquilo contra o que eles rodam. Até provedor de API conhecido cai, e quando o sandbox dele é a única coisa com que a sua integração consegue falar, essa queda trava o seu release. Na era da IA o código é escrito e entregue mais rápido do que nunca, então teste confiável precisa de mock que você controla: uma dependência que responde igual à de verdade e que está lá quando você precisa.
Código aberto no centro
A gente gosta de código aberto, e o servidor é onde tudo começa. Ele lê o seu spec OpenAPI e serve uma resposta válida para cada endpoint que estiver nele:
- Respostas geradas a partir dos seus schemas, com valores realistas.
- Validação das requisições contra o spec.
- Injeção de latência e de erro.
- Modo proxy: encaminha para um upstream de verdade e cai no mock quando ele está fora.
- Replay: grava uma resposta real uma vez e serve ela de volta nas requisições que corresponderem.
Ele roda na sua máquina pela CLI ou pelo Docker, sem precisar de conta.
Veja Instalar a CLI.
A plataforma na nuvem
Tudo que a gente faz é para desenvolvedor: você traz um spec, você recebe uma URL. Uma simulação é um mock de API hospedado que o seu time inteiro compartilha. Sem servidor local, sem conflito de porta. Crie uma no app: comece em branco, use o exemplo do Petstore já preenchido, escolha uma API do catálogo ou traga o seu próprio spec.
Cada uma vem com:
- Um explorador de API para ver e testar endpoints no navegador.
- Histórico de requisições: cada chamada, com método, caminho, status e tempo.
- Replays e endpoints estáticos para os casos que dados gerados não cobrem.
- Links de compartilhamento e controle de acesso.
Deploys do seu repo
Adicione a GitHub Action e dê push. Cada branch ganha a própria URL, e cada pull request também; a do PR some quando o PR fecha. Isso também é de graça. Dois modos, cada um com um repo de template que já vem com a action, então Use this template no GitHub é todo o setup:
- Comece pelo template portable: seus specs, empacotados do repo. Sem código.
- Comece pelo template de codegen: o Mockzilla gera handlers Go tipados a partir do seu spec. Você põe a sua lógica e entrega o resultado compilado.
De graça para times pequenos
O Mockzilla é de graça. Tem limites, porque a gente paga a nuvem onde ele roda, mas na nossa humilde opinião a cota gratuita dá para um time pequeno. Estudante verificado ganha uma cota maior, de graça o tempo todo em que estiver matriculado.
Veja Para estudantes.
Para recursos avançados e volumes maiores, de centenas de milhares ou milhões de requisições, temos planos pagos a preços razoáveis.
Veja Preços.
Backends resilientes
Backends de provedores de pagamento e identidade, rodando como se fossem seus. Os endpoints, os formatos de resposta e os códigos de status são os do provedor, então a sua integração só troca a URL base. Você decide o que ele responde, e ele fica no ar.
Veja a visão geral de Backends resilientes.
O que o Mockzilla não é
- Não é ferramenta de contract testing, mesmo que um mock responda com os mesmos formatos verificados do serviço original e a gente confira isso o tempo todo em mais de 2.000 serviços de API.
- Não é ferramenta de teste de carga. Mas um mock pode ser o alvo de um: quando o sandbox do seu provedor limita ou bloqueia teste de carga, aponte o teste para o seu mock. Os limites de requisição que a gente coloca são flexíveis; fale com a gente e quase sempre dá para aumentar.
- Não é gateway de produção. Mock é para desenvolvimento e teste.
- Só REST e OpenAPI. GraphQL e gRPC ainda não.