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Criar um backend

Atualizado em 19 de set. de 2026·5 min de leitura

Um backend é uma simulação publicada que serve os provedores que você escolher. Esta página leva ele do nada até uma URL que a sua integração pode chamar.

Antes de começar

Você precisa de um provedor. Um backend tem que servir alguma coisa, e ele só serve marcas que a sua organização já tem.

Veja Adicionar provedores.

O seu plano tem que permitir um backend, e o app avisa na página Backends quando ele não permite. Um backend é uma simulação como qualquer outra, então ele também sai da mesma cota de simulações do resto do seu trabalho.

Quem tem o papel de editor ou acima cria um. Comprar provedores é só para owner, mas montar um backend com o que a organização já tem não é.

Crie

Abra Backends e use Novo backend na linha do tipo que você quer. Dá para começar também por Simulações, onde os backends ficam junto de todo o resto.

Três campos: o tipo, um nome, e o segmento que vai na URL.

Três campos:

  • Tipo é pagamentos ou identidade. Não dá para mudar depois, porque ele decide qual motor roda.
  • Nome é para você, e é o que o app lista. Mude quando quiser.
  • Segmento da URL é parte do endereço. Em minúsculas, no máximo 15 caracteres.

O segmento fica editável até o primeiro deploy e é fixado depois dele. Isso é de propósito: ele fica no meio da URL que o seu código chama e prefixa tudo que o backend registra, então renomear depois quebraria as integrações no ar e deixaria os registros órfãos ao mesmo tempo.

Criar um backend ainda não serve nada. Ele não tem provedor até você escolher, e um backend sem nenhum é recusado no deploy.

Escolha o que ele serve

Abra o backend e vá em Provedores. Aparece tudo que a organização tem, e você marca o que este serve.

Escolha uma marca inteira, ou estreite para uma API ou uma versão exata.

Escolha no nível que servir:

  • A marca, tipo Adyen, que cobre toda API e versão abaixo dela.
  • Uma API daquela marca.
  • Uma versão exata, tipo adyen/checkout/v71.

Marcar a marca cobre tudo abaixo dela, e as linhas mais estreitas dizem isso em vez de deixar você marcar a mesma coisa duas vezes. Selecionar tudo pega toda marca que você tem.

Aqui só aparecem as marcas que a sua organização tem. Se o build que o backend roda não entrega mais alguma delas, ela fica marcada e não pode ser escolhida.

Rodar mais de um backend com escolhas diferentes é normal. Se um backend serve uma marca só, toda requisição nele chega naquele fornecedor e em nenhum outro, que é o que você quer quando um teste é sobre uma integração.

Faça o deploy

Fazer deploy coloca o backend no ar. Nada é servido até você fazer, e as mudanças de provedor chegam num backend no ar do mesmo jeito: salve, depois faça o deploy.

A pílula de status caminha até Ativa e a URL começa a responder. O primeiro deploy demora mais que os seguintes, já que o runtime está sendo colocado.

Ativo, com a URL em que o backend responde.

O endereço segue o padrão que toda simulação usa, com cada provedor no próprio prefixo:

https://<domínio>/pay/<sua-org>/<nome>/adyen/checkout/v71/payments
https://<domínio>/kyx/<sua-org>/<nome>/onfido/v3.6/applicants

Tudo depois do prefixo é o caminho do próprio provedor, então apontar a sua integração para o backend é trocar a URL base e mais nada.

Configurações que vale conhecer

Geral guarda o nome, o segmento da URL e o Comportamento, que controla o que o backend faz além de responder:

O que o backend faz além de responder requisições.
  • Explorador de API mostra uma interface navegável na URL do backend. Desligue e só a API responde.
  • Gravar tráfego guarda cada requisição e cada resposta, que é o que enche o Histórico. Guardar por é quanto tempo elas duram.
  • Replay grava uma resposta uma vez e depois responde com ela nas requisições que corresponderem.

Deploy é onde ele roda, e Acesso é quem alcança ele. Os dois se comportam como em qualquer simulação.

Veja Controle de acesso.

Depois que ele está no ar

O backend guarda um registro do que já fez, que dá para percorrer por provedor.

Veja Atividade do backend.

Por padrão ele segue o build publicado mais recente. Fixe ele em um build se uma suíte de testes precisar das mesmas respostas ao longo do tempo.

Veja Fixar uma versão de build.

Para onde ir agora

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